Chega o final do ano acho que é natural de todo mundo fazer uma auto avaliação. Sentar, olhar tudo o que passou e fazer um balanceamento, revendo as coisas que foram feitas de ruim e as coisas que foram feitas de bom, e assim aprendendo.
Esse ano eu descobri uma nova Luisa. Diferente daquela cheia de pré conceitos que sempre existiu, uma Luisa que tenta conhecer antes de julgar, que tem sede de descobrir coisas novas, uma Luisa que as vezes até me assustou.
Eu aprendi muitas coisas, sozinha, com as pessoas, com minhas atitudes, com as atitudes das pessoas..
Aprendi que não se deve fazer para os outros o que você não queria que fosse feito para você, por mais díficil que seja, por mais tentador, por mais que para você seja algo realmente bom, é necessário que nos coloquemos no lugar dos outros para aí sim tomarmos alguma decisão.
Aprendi da maneira mais triste que um dia todo mundo vai embora, para sempre. E quando isso acontecer, para que você não sofra tanto, é necessário que todos os dias você de algum modo demonstre para a pessoa amada, que você a ama.
Aprendi que tudo tem um limite, simples assim.
Aprendi que devemos saber balancear tudo, para que não haja nenhum tipo de perda em nenhum campo de nossa vida.
Aprendi que orgulho não leva a lugar algum, e muito menos a hipocrisia. São sentimentos que as vezes só machucam, e nos privam de viver coisas boas que nosso lado egoísta não gostaria que vivessemos.
Aprendi que uma das coisas mais satisfatórias que existe na vida, é o ato de ajudar. Por mais pequena que seja a sua ajuda, não existe melhor sensação do que a de proporcionar o sorriso de alguem.
Aprendi que ninguem muda. É impossivel que você consiga mudar sua essência, seus valores de sempre. Talvez as atitudes mudem mometaneamente, talvez você se contradiga uma ou duas vezes. Você vai passar a entender e a aceitar as ideias diferentes as suas, mas você não vai mudar.
Vivi de um jeito que nunca tinha vivido até então, senti todas as emoções. E espero que em 2011 eu consiga ter de fato aprendido com todas as lições desse ano que passou.
Um feliz ano novo, muito amor, muita paz, muita harmonia e principalmente muita saúde, pois com saúde somos capazes de conseguir tudo!
Por hoje é só.
Beijos.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Anjinho da guarda
Nunca pensei que essa hora fosse chegar, afinal você já nos deu tantos sustos que pensei que viria mais uns 15 antes do último. A gente nunca pensa que vai perder alguém que a gente realmente ama, nunca estamos preparados, e graças a Deus isso nunca tinha acontecido comigo. Até ontem.
Como vou explicar o que eu senti eu não sei. Sentimento de perda, de insuficiência, de saudade infinita, de raiva, uma tristeza que eu acho que só sentindo pra saber como é. Mas agora eu entendo, que você está num lugar muito melhor.
Acabou o sofrimento, acabou a dor, agora você já pode andar pra lá e pra cá como sempre quis mas ultimamente não pode, já pode ver sua mãe, seus irmãos, e seu marido de novo, já pode sentir a paz que é estar num lugar sublime.
Vou lembrar de você sempre, lembrar de quando você ficou trancada comigo no apartamento dois meses porque eu estava muito doentinha, lembrar das nossas brincadeiras, lembrar de quando dormiamos juntas e eu ficava de olho aberto enquanto você dormia serenamente, vou lembrar das nossas tardes jogando canastra, vou lembrar das férias que passamos juntas, vou lembrar do seu sorriso, vou lembrar de tudo e te manter sempre vivinha dentro de mim, no meu coração.
Sei que aquele sol que abriu hoje demanha, quando a senhora estava sendo enterrada, no meio do frio que estava, e do tempo feio, era você dizendo que tinha chego.
Agora eu tenho um anjinho da guarda.
Eu te amo muito, mas muito mesmo vó.
A gente se encontra.
Por hoje é só.
Beijos.
Como vou explicar o que eu senti eu não sei. Sentimento de perda, de insuficiência, de saudade infinita, de raiva, uma tristeza que eu acho que só sentindo pra saber como é. Mas agora eu entendo, que você está num lugar muito melhor.
Acabou o sofrimento, acabou a dor, agora você já pode andar pra lá e pra cá como sempre quis mas ultimamente não pode, já pode ver sua mãe, seus irmãos, e seu marido de novo, já pode sentir a paz que é estar num lugar sublime.
Vou lembrar de você sempre, lembrar de quando você ficou trancada comigo no apartamento dois meses porque eu estava muito doentinha, lembrar das nossas brincadeiras, lembrar de quando dormiamos juntas e eu ficava de olho aberto enquanto você dormia serenamente, vou lembrar das nossas tardes jogando canastra, vou lembrar das férias que passamos juntas, vou lembrar do seu sorriso, vou lembrar de tudo e te manter sempre vivinha dentro de mim, no meu coração.
Sei que aquele sol que abriu hoje demanha, quando a senhora estava sendo enterrada, no meio do frio que estava, e do tempo feio, era você dizendo que tinha chego.
Agora eu tenho um anjinho da guarda.
Eu te amo muito, mas muito mesmo vó.
A gente se encontra.
Por hoje é só.
Beijos.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Pra ela
00:50, oficialmente dia 12 de outubro, e também aniversário da minha mãe. Esse post dedico pra ela. Não sei muito o que posso dizer sobre a minha mãe, nada o que eu escreveria seria o suficiente pra demonstrar o que eu sinto por ela.
Pãe, é isso que ela é, mistura de pai e mãe, e vem sendo desde que eu me conheço por gente. Sem sombra de dúvidas a melhor pessoa que já conheci, a mais guerreira, com um coração do tamanho do mundo. Tudo o que fez e faz é por mim e pela minha irmã, e se ao menos eu conseguisse retribuir tudo isso.
Não sou a filha perfeita, sou nova e posso talvez não entender alguns pontos da educação que ela me dá, talvez só vá entender quando tiver uma filha. Mas simplesmente não vou contra nada do que ela fala e manda, e tenho absoluta certeza de que ela sabe o que está fazendo.
É clichê dizer que ela é minha vida, mas na realidade é. Minha heroína, meu espelho, minha segurança, meu orgulho, meu tudo. Tudo o que a vida pode oferecer a alguém de mais maravilhoso, ela merece ter.
Só eu e minha irmã sabemos o quanto ela lutou, e sozinha, pra chegar aonde estamos agora, e o quanto ela lutaria quantas vezes fosse necessario para que nós estivessemos sempre bem. E nós estamos.
Obrigada, chega a ser pouco perdo do que devo a ela. Talvez o mais sincero "Eu te amo" que já tenha dito na vida, chegue perto disso.
Feliz aniversário, mãe.
Por hoje é só.
Beijos.
Pãe, é isso que ela é, mistura de pai e mãe, e vem sendo desde que eu me conheço por gente. Sem sombra de dúvidas a melhor pessoa que já conheci, a mais guerreira, com um coração do tamanho do mundo. Tudo o que fez e faz é por mim e pela minha irmã, e se ao menos eu conseguisse retribuir tudo isso.
Não sou a filha perfeita, sou nova e posso talvez não entender alguns pontos da educação que ela me dá, talvez só vá entender quando tiver uma filha. Mas simplesmente não vou contra nada do que ela fala e manda, e tenho absoluta certeza de que ela sabe o que está fazendo.
É clichê dizer que ela é minha vida, mas na realidade é. Minha heroína, meu espelho, minha segurança, meu orgulho, meu tudo. Tudo o que a vida pode oferecer a alguém de mais maravilhoso, ela merece ter.
Só eu e minha irmã sabemos o quanto ela lutou, e sozinha, pra chegar aonde estamos agora, e o quanto ela lutaria quantas vezes fosse necessario para que nós estivessemos sempre bem. E nós estamos.
Obrigada, chega a ser pouco perdo do que devo a ela. Talvez o mais sincero "Eu te amo" que já tenha dito na vida, chegue perto disso.
Feliz aniversário, mãe.
Por hoje é só.
Beijos.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Vida
Poucas coisas me irritam, sério. Covardia me irrita, grosseria também, mesmo eu sabendo que as vezes quem é grossa sou eu mesma. Hipocrisia passou a me irritar porque chega a um ponto que isso te sufoca. Egoísmo também me irrita, porque quando você pensa só em si, não percebe os que pensam em ti.
Mas o que principalmente me irrita, é o fato de saber que no ano que vem eu vou ter que estudar e estudar muito, para chegar no final do ano ter que escolher algo que eu vou querer ser pra minha vida inteira. Como se eu não mudasse de ideia a cada 3 anos, sei lá. 17 anos, se isso é idade pra alguém decidir o rumo da sua vida, eu tenho 16 e mal sei o que quero fazer daqui a 15 minutos.
O que eu realmente queria é que a minha mãe entendesse é que Física e Química pra mim, não são importantes. É sério. Realmente não acho que isso vá servir pra eu poder entender as pessoas, os sentimentos e o que acontece na vida. E queria que ela entendesse que não, eu não estou jogando o dinheiro dela fora só porque minhas notas em Física não são muito bonitas, se eu tirasse tudo 10, ela estaria pagando do mesmo jeito. Então se pelo mesmo preço eu posso aproveitar minha vida (vida essa que eu sou vou passar uma vez) mas não ter o boletim dos sonhos dela ou posso ter o boletim dos sonhos dela e não aproveitar minha vida, eu prefiro a primeira opção.
E pior que ela nem imagina que o meu aproveitar a vida nem é tão díficil assim. Não quero sair pra todas as festas que eu puder, nem conhecer o máximo de pessoas o possível, nem gastar dinhero, nem extravasar muito, só quero observar, quero rir, quero sentir, quero poder estar perto de quem eu gosto.
Quero fazer as coisas que eu gosto. E o que me faz feliz?
Ir pra praia, ver filmes, rir com os meus amigos, ver minha mãe feliz..
Quero conhecer o mundo todo. Quero encontrar alguém que goste de mim, de verdade. Quero trabalhar no que eu de fato gostar.
Quero tantas coisas, que talvez daqui a 2 anos eu nem queira mais..
Mas essa é vida.
Por hoje é só.
Beijos.
Mas o que principalmente me irrita, é o fato de saber que no ano que vem eu vou ter que estudar e estudar muito, para chegar no final do ano ter que escolher algo que eu vou querer ser pra minha vida inteira. Como se eu não mudasse de ideia a cada 3 anos, sei lá. 17 anos, se isso é idade pra alguém decidir o rumo da sua vida, eu tenho 16 e mal sei o que quero fazer daqui a 15 minutos.
O que eu realmente queria é que a minha mãe entendesse é que Física e Química pra mim, não são importantes. É sério. Realmente não acho que isso vá servir pra eu poder entender as pessoas, os sentimentos e o que acontece na vida. E queria que ela entendesse que não, eu não estou jogando o dinheiro dela fora só porque minhas notas em Física não são muito bonitas, se eu tirasse tudo 10, ela estaria pagando do mesmo jeito. Então se pelo mesmo preço eu posso aproveitar minha vida (vida essa que eu sou vou passar uma vez) mas não ter o boletim dos sonhos dela ou posso ter o boletim dos sonhos dela e não aproveitar minha vida, eu prefiro a primeira opção.
E pior que ela nem imagina que o meu aproveitar a vida nem é tão díficil assim. Não quero sair pra todas as festas que eu puder, nem conhecer o máximo de pessoas o possível, nem gastar dinhero, nem extravasar muito, só quero observar, quero rir, quero sentir, quero poder estar perto de quem eu gosto.
Quero fazer as coisas que eu gosto. E o que me faz feliz?
Ir pra praia, ver filmes, rir com os meus amigos, ver minha mãe feliz..
Quero conhecer o mundo todo. Quero encontrar alguém que goste de mim, de verdade. Quero trabalhar no que eu de fato gostar.
Quero tantas coisas, que talvez daqui a 2 anos eu nem queira mais..
Mas essa é vida.
Por hoje é só.
Beijos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Orgulho
Esses dias estava pensando qual a diferença do orgulho e do amor próprio. Não cheguei a nenhuma resposta definitiva, mas o mais próximo que cheguei, foi na conclusão de que orgulho é ruim quando impede que você faça as coisas que tem vontade simplesmente por teimosia.
Não sei bem explicar esse pensamento, mas tantas vezes a gente deixa de dizer algo, de fazer algo, que de certa forma você sabe que lhe faria bem, que lhe deixaria melhor, por simples orgulho. Aí entra o tal do amor próprio, usa-se do orgulho para não ferir o amor própio.
Mas e quando o amor próprio vira egoísmo? Eu me amo primeiramente, eu tenho que fazer só pra mim. As vezes com essa filosofia, as pessoas se privam de sentirem o quanto é bom você poder demonstrar o que de verdade sente, você poder desabafar, falar o que te aflinge, pedir desculpa..
Vamos nos livrar do que é certo, do que é errado aos olhos de quem vê, você não precisa provar nada pra ninguem, ninguem precisa ver que você é forte, que você não dá o braço a torcer, que você se ama primeiramente. Ame os outros, quanto mais você demonstrar que é capaz disso, mas você sera amado.
Não tenha vergonha do que sente, se você tem vontade, se você realmente quer, faça.
Por hoje é só.
Beijos.
Não sei bem explicar esse pensamento, mas tantas vezes a gente deixa de dizer algo, de fazer algo, que de certa forma você sabe que lhe faria bem, que lhe deixaria melhor, por simples orgulho. Aí entra o tal do amor próprio, usa-se do orgulho para não ferir o amor própio.
Mas e quando o amor próprio vira egoísmo? Eu me amo primeiramente, eu tenho que fazer só pra mim. As vezes com essa filosofia, as pessoas se privam de sentirem o quanto é bom você poder demonstrar o que de verdade sente, você poder desabafar, falar o que te aflinge, pedir desculpa..
Vamos nos livrar do que é certo, do que é errado aos olhos de quem vê, você não precisa provar nada pra ninguem, ninguem precisa ver que você é forte, que você não dá o braço a torcer, que você se ama primeiramente. Ame os outros, quanto mais você demonstrar que é capaz disso, mas você sera amado.
Não tenha vergonha do que sente, se você tem vontade, se você realmente quer, faça.
Por hoje é só.
Beijos.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Fé
Há algum tempo eu era o mesquinha o suficiente pra duvidar da existência de Deus. Fazia parte daqueles que não se deixam vivenciar os momentos bons que a vida oferece, que não se deixam sentir as coisas, que buscam o real, o concreto, o racional. Lendo um livro, percebi que não é bem assim.
Deus não é um senhor de barba branca sentado la no céu numa poltrona, não é alguém que você pode tocar. É alguém que você pode sentir, nas coisas boas da vida. É aquela força que você tem quando você acha que está tudo entregue. É ver um pôr-do-sol. É um abraço. É amar. É sentir.
Me identifiquei muito com esse livro que li: "A última música" e recomendo. É um livro que fala sobre a relação de pais e filhos, e que mostra essa presença de Deus em nossas vidas.
O último livro que lí depois de "A última música", foi "Só as mães são felizes", livro que a mãe do Cazuza, a Lucinha Araújo, fala sobre a vida de seu filho. Sexo, drogas e rock'n roll é o que define a vida dele realmente. Mas em contrapartida ele escrevia como um gênio e levava a mesma filosofia de vida que eu tenho, de que a vida é feita pra ser vivida.
No final do livro a mãe dele colocou alguns de seus textos, de seus pensamentos, e achei um que resumia o que escrevi nesse post de hoje, dizia assim:
"Acredito em Deus... ele está no pôr-do-sol, nas pessoas bonitas, legais, superanimadas... Também não acredito em outra vida. A vida é essa aqui mesmo, e a gente tem que aproveitar enquanto é tempo. Já me preocupei muito com a morte e tive medo até. Hoje, apesar de ser um assunto sobre o qual não gosto muito de falar, encaro com naturalidade, porque acredito também na energia das coisas. Na transformação das coisas em energia. Talvez até volte a este mundo, mas como outra coisa, em outra forma... sei lá". Cazuza.
Por hoje é só.
Beijos.
Deus não é um senhor de barba branca sentado la no céu numa poltrona, não é alguém que você pode tocar. É alguém que você pode sentir, nas coisas boas da vida. É aquela força que você tem quando você acha que está tudo entregue. É ver um pôr-do-sol. É um abraço. É amar. É sentir.
Me identifiquei muito com esse livro que li: "A última música" e recomendo. É um livro que fala sobre a relação de pais e filhos, e que mostra essa presença de Deus em nossas vidas.
O último livro que lí depois de "A última música", foi "Só as mães são felizes", livro que a mãe do Cazuza, a Lucinha Araújo, fala sobre a vida de seu filho. Sexo, drogas e rock'n roll é o que define a vida dele realmente. Mas em contrapartida ele escrevia como um gênio e levava a mesma filosofia de vida que eu tenho, de que a vida é feita pra ser vivida.
No final do livro a mãe dele colocou alguns de seus textos, de seus pensamentos, e achei um que resumia o que escrevi nesse post de hoje, dizia assim:
"Acredito em Deus... ele está no pôr-do-sol, nas pessoas bonitas, legais, superanimadas... Também não acredito em outra vida. A vida é essa aqui mesmo, e a gente tem que aproveitar enquanto é tempo. Já me preocupei muito com a morte e tive medo até. Hoje, apesar de ser um assunto sobre o qual não gosto muito de falar, encaro com naturalidade, porque acredito também na energia das coisas. Na transformação das coisas em energia. Talvez até volte a este mundo, mas como outra coisa, em outra forma... sei lá". Cazuza.
Por hoje é só.
Beijos.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Postura
Hoje foram lá na minha sala, a Fátima, o Luiz e o Manoel, - minha regente, meu coordenador e o coordenador discplinar respectivamente -, vieram falar do comportamento de alguns, que saem para o recreio agitados, que se comportam de maneira inadequada, falaram que isso não é correto, que estavamos quase no terceirão.
Fico indignada, a minha vontade era de perguntar, e daí? E daí que estamos quase no terceirão? Que diferença isso faz? Se não existisse o vestibular, iria o terceirão fazer alguma diferença? Só porque você tem que estudar muito, para que aos 17 anos você tenha que decidir o que você quer ser para sua vida inteira?
O fato aqui não é só o terceirão. O que me deixa brava também é eles quererem que nos comportemos como adultos, sérios. Não, nós temos 16 anos. Eu ainda me considero uma criança, ainda faço palhaçada, ainda me comporto de um jeito não muito responsável, ainda não sou muito madura. Não quero hoje me comportar como um rôbo, para que quando adulta, eu vire uma adulta chata.
Não quero crescer, não quero trabalhar, não quero sair da escola, não quero responsabilidades. E aposto que com 16 anos eles também não queriam. Então para que toda essa cobrança? Pra que essa implicancia toda?
Vou estudar bastante sim, e se eu quiser, passarei em direito. Vou conhecer o mundo todo, vou ser juíza, terei meus filhos, meus cachorros, minha casa. Mas nunca quero deixar de ter uma criança dentro de mim, nunca vou cobrar de adolescentes que eles tenham um tipo de postura que não lhes condiz com a fase que vivem.
Por hoje é só.
Beijos.
Fico indignada, a minha vontade era de perguntar, e daí? E daí que estamos quase no terceirão? Que diferença isso faz? Se não existisse o vestibular, iria o terceirão fazer alguma diferença? Só porque você tem que estudar muito, para que aos 17 anos você tenha que decidir o que você quer ser para sua vida inteira?
O fato aqui não é só o terceirão. O que me deixa brava também é eles quererem que nos comportemos como adultos, sérios. Não, nós temos 16 anos. Eu ainda me considero uma criança, ainda faço palhaçada, ainda me comporto de um jeito não muito responsável, ainda não sou muito madura. Não quero hoje me comportar como um rôbo, para que quando adulta, eu vire uma adulta chata.
Não quero crescer, não quero trabalhar, não quero sair da escola, não quero responsabilidades. E aposto que com 16 anos eles também não queriam. Então para que toda essa cobrança? Pra que essa implicancia toda?
Vou estudar bastante sim, e se eu quiser, passarei em direito. Vou conhecer o mundo todo, vou ser juíza, terei meus filhos, meus cachorros, minha casa. Mas nunca quero deixar de ter uma criança dentro de mim, nunca vou cobrar de adolescentes que eles tenham um tipo de postura que não lhes condiz com a fase que vivem.
Por hoje é só.
Beijos.
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